Desde pequena me interesso por política. Ficava sentada nos joelhos do meu pai, ouvindo tudo que ele e seus amigos discutiam. Mas me preocupava mais com as coisas próximas de nossa casa – com a nossa rua, para ser exata. Contei a minhas amigas da escola sobre as crianças do lixão e afirmei que deveríamos ajudá-las. Nem todas se mostraram dispostas, alegando que as crianças eram sujas e provavelmente doentes, e que seus pais não gostariam que estudassem junto com meninas e meninos como aqueles. Também disseram que não cabia a nós resolver esse tipo de problema. Discordei. ” Podemos ficar paradas e esperar que o governo ajude, mas isso não vai acontecer. Se posso ajudar a sustentar uma ou duas crianças, e outra família pode sustentar mais uma ou duas, então conseguiremos ajudar todas elas.

Eu sou Malala – Capítulo Filhos do Lixão

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