Para vocês…

Dedico a minha escola e a minha sala.

Esse ano foi um dos mais difíceis e incríveis da minha vida. Aprendi que por mais que seja difícil e sacrificante, se for para alcançar um objetivo maior, sempre valerá a pena e que você só conhece o tamanho da sua força quando a sua única saída é ser forte. Sei que é uma frase clichê, mas vivenciei a verdade dela como nunca.

Além disso, e para mim essa é a lição mais importante, vi o poder da escolha. Eu escolhi estudar em Jundiaí, apesar de todas as dificuldades, e paguei um preço por isso. Mas eu escolhi e não me arrependo.

A vida é muito imprevisível. Nunca pensei que conheceria Jundiaí, quanto menos estudar, e eu amei cada dia dessa experiência. Apesar de desgastante e cansativa, me sentia renovada nas pequenas coisas. Quando saía de casa, 4:45 da manhã e via a lua e as estrelas, parece que nesse horário, elas estão mais vivas e você sente como se elas fossem cair do céu. Caminhar de manhã até a escola vendo o sol nascer, são experiências indescritíveis para mim.

E acima de tudo isso, ter o privilégio de conhecer vocês. Apesar de todas as diferenças, todos me acolheram muito bem e isso me surpreendeu, porque eu tinha muitas inseguranças e medos.

Com vocês, aprendi a me soltar mais e mostrar o que sei e os meus talentos, sendo verdadeiro comigo mesma. Generalizo porque sei que de alguma forma, vocês todos foram e são muitos especiais para mim.

Que vocês tenham um Feliz Natal e um próspero Ano Novo e sejam muito felizes. Saibam que sempre estarão no meu coração. Espero que nos encontremos algum dia.

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Desafio 100 temas: Órbitas irregulares

Você e eu
Fomos magneticamente atraídos
Mas não combinamos

Seus pensamentos
Seus valores
São completamente diferentes dos meus

Você não é o cara certo
Somos órbitas irregulares
Nunca iremos nos unir

O mundo muda
As pessoas também
Mas a sua mudança
Nos separou

O meu mundo foi atingido
Por uma chuva de meteoros
Tudo foi destruído
Não há mais nenhuma razão
Para continuarmos fingindo
Que está tudo bem

Então dei o primeiro passo
Nada será como era antes
Não tem mais volta
Adeus

Desafio 100 temas: Exatidão, precisão

Contemplando o Momento

Como definir
O que eu estou sentindo agora?
Como expressar
Essa linda e estranha sensação?

Por mais que eu esteja cansada
Contemplo o céu pela janela do trem
São os meus últimos dias por aqui

Tudo passou tão rápido
Eu percebo
Enquanto fecho os olhos
E sinto o vento

Não sei definir com exatidão
Esse momento
De saudade e alegria
Vivo as memórias junto com o presente
Vivendo cada segundo docemente
Como se ele fosse único
Ele é único

Olhando para a multidão de árvores
Que bela paisagem!
Nunca esquecerei de tudo isso
Não quero nem dormir
Preciso pensar sobre a importância desse momento
Ele nunca voltará

Por isso escrevo
Registro tudo
Isso nunca se apagará
Memorizo esse lugar
Como nunca fiz antes
Caso eu não volte
Mas no fundo de mim, eu sei
Voltarei
E reviverei tudo isso novamente

Desafio 100 temas: Tudo pra Você

Tudo a Você

Quando eu me entregar por inteiro no altar de Deus
Quando eu deixar tudo que me prende a esse mundo
O pecado, os medos, as dúvidas e incertezas
Se eu fizer isso
Serei transformada

Conhecerei o Único e Verdadeiro Deus
Ele morreu por mim
Serei liberta
Livre
Conhecerei a alegria da salvação
Você brilhará em mim
Nada me impedirá de prosseguir

Serei protegida
Nada me faltará
Serei mais que vencedora
Serei amiga do Criador do Universo
Isso acontecerá
Quando eu entregar
Tudo a Você

Voz

Eu quero fazer tanta coisa
Quero ser tanta coisa
Quero que as pessoas ouçam
O que eu tenho a dizer

Mas quando eu falo
Tenho medo do que eu falo
De ser desinteressante e informal demais

Sei muito pouco
Das coisas deste mundo
E para se destacar por aqui
É preciso ter conhecimento
Ser alguém de uma importante instituição
Ou um empresário
Pessoas pobres não têm voz

Eu sempre tenho essa insegurança dentro de mim
De minhas palavras serem vazias
Minha voz fraca
Não ser entendida por ninguém
Às vezes, não entendo as críticas que me fazem
Parece que sou insuficiente

Mas do meu jeito
Eu vou falar
Vou melhorar a cada dia
Eu só não posso deixar tudo do jeito que está
Não vou ter medo de falar

ONU: Violência contra as mulheres é inaceitável – sem importar como estão vestidas

Hoje é o dia internacional contra a violência as mulheres. Mesmo com a Lei Maria da Penha, a violência contra mulheres no Brasil é algo vergonhoso.

Alguns dados:

Para 70% da população, a mulher sofre mais violência dentro de casa do que em espaços públicos no Brasil. Pesquisa de opinião inédita, realizada pelo Data Popular e Instituto Patrícia Galvão, revelou que 7 em cada 10 entrevistados consideram que as brasileiras sofrem mais violência dentro de casa do que em espaços públicos, sendo que metade avalia ainda que as mulheres se sentem de fato mais inseguras dentro da própria casa.
Os dados revelam que o problema está presente no cotidiano da maior parte dos brasileiros: entre os entrevistados, de ambos os sexos e todas as classes sociais, 54% conhecem uma mulher que já foi agredida por um parceiro e 56% conhecem um homem que já agrediu uma parceira. E 69% afirmaram acreditar que a violência contra a mulher não ocorre apenas em famílias pobres.

Para 23,3%, muitas vítimas não denunciam os companheiros à polícia por prever que eles não serão punidos.
Das mulheres ouvidas pelo DataSenado, 30% dizem acreditar que as leis do país não são capazes de protegê-las da violência doméstica. Do total de entrevistadas 18,6% afirmaram já ter sido vítimas de violência doméstica. Em resposta à última agressão, uma parcela expressiva delas (20,7%) nunca procurou ajuda nem denunciou o agressor. O DataSenado ouviu, por telefone, 1.248 mulheres de todos os estados entre 18 de fevereiro e 4 de março de 2013.

Imagem: Elza Fiúza/ABr

Declaração da alta comissária das Nações Unidas para os Diretos Humanos, Navi Pillay, no Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, lembrado a cada ano no dia 25 de novembro.

A violência contra as mulheres continua como uma das mais grandes calamidades de nosso tempo. É escandaloso que, hoje em dia, para muitas mulheres e crianças a violência se encontre nas esquinas, locais de trabalho ou em suas próprias casas. E, frequentemente, a justiça está ausente.

Em Busia, Quênia, em junho deste ano, uma jovem de 16 anos de idade foi violentada e jogada em uma fossa de seis metros de profundidade, que acabou ocasionando em uma fratura da coluna e uma fístula obstétrica. A polícia decidiu não perseguir penalmente os homens. Em lugar, como castigo, ordenou-lhes cortar o gramado da estação policial.

A notícia desencadeou uma excepcional manifestação de indignação pública. A campanha “Justiça para Liz”, assinada por um 1,4 milhões de pessoas, fez com que o presidente da Corte do Quênia tomasse providencias imediatas para o caso. Por que foi necessária a mobilização de 1,4 milhões de pessoas para que se iniciasse o processo de justiça e qual é o direito humano fundamental da vítima?

Em outra parte do mundo, em Auckland, Nova Zelândia, quando uma menina de 13 anos de idade havia denunciado a polícia de que havia sido violentada por três jovens, uma das primeiras perguntas que ela contou que lhe fizeram foi: “Como estava vestida?”. Isto ocorreu em 2011. Dois anos mais tarde, depois de várias agressões similares pelo mesmo grupo, se gerou uma reação pública com o objetivo de que as autoridades tomassem alguma medida.

Ao órgão de controle da conduta da polícia da Nova Zelândia foi ordenado revisar a conduta destes casos e a polícia, agora, finalmente está realizando as investigações que deveriam ter sido iniciadas dois anos antes.

Tristemente, estes não são casos isolados. Estes crimes ocorrem regularmente em diversos países em todo o mundo, mas raramente aparecem nas manchetes, geram uma indignação pública ou levam as autoridades a tomar decisões.

Na maioria dos lugares, as mulheres são envergonhadas ou intimidades por denunciar à polícia a violência, particularmente a violência sexual. E quando elas ultrapassam as diversas barreiras sociais e tabus e fazem uma denúncia, enfrentam, frequentemente, cruéis e insensíveis reações oficiais, que, de maneira efetiva, impedem o acesso a justiça.

A violência contra as mulheres e crianças têm se perpetuado por séculos de dominação masculina e discriminação baseada no gênero. Esta violência está embasada em normas profundamente enraizadas socialmente, as quais só reconhecem o valor das mulheres a partir de noções discriminatórias de castidade e “honra” e é frequentemente usada para controlar e humilhar não apenas as vítimas, mas também suas famílias e comunidades.

É  essencial desafiar estas noções, que comumente permeiam o sistema de justiça, o qual resulta em um círculo vicioso de impunidade e maior violência.

O Comitê para a Eliminação da Discriminação contra a Mulher e a relatora especial sobre a Violência contra as Mulheres têm documentado a violência contra as mulheres, suas causas e consequências em todo o mundo e têm recomendado medidas para eliminar esta violência e reparar suas consequências.

Estas recomendações devem ser levadas a sério. Os Estados estão obrigados pelo direito internacional dos direitos humanos a assegurar que o sistema de justiça penal, em cada uma de suas etapas, se encontre livre de preconceitos de gênero, que inclui a investigação, perseguição, interrogatórios, proteção das vitimas e testemunhas, o pronunciamento das sentenças.

A insinuação de que as mulheres têm uma propensão a mentir e que seu testemunho deve ser corroborado ou tomado com cautela deve ser eliminada em todas as etapas dos processos judiciais, assim como a ideia de que as mulheres incitam a violência sexual por estar fora de casa à noite ou por vestir-se de uma maneira em particular.

No Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, façamos o que estiver ao alcance para eliminar os estereótipos prejudiciais de gênero que ajudam a perpetuar um clima de que a violência contra as mulheres é considerada aceitável ou “merecida”. A violência contra as mulheres é simples e absolutamente inaceitável – sem importar como estejam vestidas.

Fonte: http://www.onu.org.br/onu-violencia-contra-as-mulheres-e-inaceitavel-sem-importar-como-estao-vestidas/
http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1975:dados-e-fatos-sobre-violencia-contra-as-mulheres&catid=36:pesquisas

Desafio 100 temas: Exaustão

Quando você está cansada
Parece que suas forças se acabam
Você tenta lutar com a força do seu braço
Mas chega um momento
Em que você chega no limite

Esgotada
Cansada
Exausta

Nesses momentos
Você clama aos céus
Por força
Porque tudo o que você sente
É como se tudo fosse impossível
E longe do seu alcance

Todo mundo te vê bem
Mas não sabem do que se passa em seu interior
A luta contra o cansaço
Mas você continua sorrindo

Nessas horas eu percebo
Que o meu esforço não vale nada
Se eu não tiver Jesus ao meu lado
Porque tudo o que eu possa conquistar
Não me satisfará
A minha força não é o suficiente

Já passei tanto por isso
Não consigo nem explicar
Só clame a Jesus
Você não conseguirá nada duradouro sozinho

Desafio 100 temas: Desafiado

Estou no meu limite
Não posso fingir que tudo está bem
Isso tem que mudar
Preciso renovar o meu ser

Não importa o que eu esteja sentindo
É agora ou nunca
Eu fui desafiada
Estou numa guerra
E vou vencer

Não permitirei que nada me domine
Já tomei minha decisão
Não importa o que venha no meu caminho
Eu aceitei o desafio
Lutarei com todas as minhas forças

Eu vou fazer isso acontecer
Sei que posso
Dúvidas ou pensamentos maus
Não me abalarão
Eu resistirei até o fim
Sou vencedora

Campanha da ONU convida público a ‘pintar o mundo de laranja em 16 dias’

Participem. 🙂

Blog da ONU Brasil

Campanha da ONU convida público a 'pintar o mundo de laranja em 16 dias'

Você está convidad@ a pintar o mundo de laranja em 16 dias! Para marcar o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres e os 16 dias de ativismo, a campanha do secretário-geral das Nações Unidas “Una-se pelo fim da violência contra as mulheres” convida você a “pintar o mundo de laranja em 16 dias: pelo fim da violência contra as mulheres e as meninas”.

Nós convidamos você a se juntar a nós na organização nacional e local de “eventos laranja” entre 25 de novembro e 10 de dezembro, criando uma visão simbólica de um futuro brilhante e positivo, em que o mundo é livre da violência contra as mulheres e meninas.

Pinte o mundo de laranja conosco por meio de iniciativas criativas e visíveis como: projetar luzes na cor laranja em monumentos de sua cidade, organizar paradas ou desfiles laranja, “alaranjar” os eventos esportivos das escolas, amarrar fitas…

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Viva como se você fosse morrer amanhã

Aproveite o dia
Ame sua família
Os seus parentes
Os seus amigos
Não pare de amar
Mesmo que seja difícil

Não deixe para depois
Faça hoje
Amanhã pode ser tarde demais
Não desperdice o seu tempo
Ele não voltará

Alguém te machucou?
Perdoe
Sempre perdoe
Tenho certeza que você já machucou alguém
Todos erramos

Viva como se você fosse morrer amanhã
Não se preocupe com futilidades
Tudo passa

Sonhe
Viva
Se mexa
Lute
Nunca desista
Para que desistir?
Só temos uma vida
Não temos tempo a perder
Viva como se você fosse morrer amanhã