Ser estudante é ser cidadão ativo

Inicia um novo ano acadêmico. Com ele elevam-se em todos as melhores expectativas, mesmo como estratégica que contrarie os cenários difíceis reais que persistem na sociedade em geral. Vamos! Arregaçar as mangas para o trabalho que temos em mãos é antever inspiradamente o “copo meio cheio” de modo a sermos parte da solução que ainda não existe mas que vamos construir nós próprios.

Ser humano de condição e dignidade, ser cidadão na consciência de pertença e presença social e cívica na comunidade que nos envolve, ser estudante vivendo em síntese de processo e progresso contínuo de conhecimento para servir a humanidade, eis alguns dos pilares centrais que nos unem na diversidade de proveniências e realizações.

O futuro não está feito, está aí a chamar por nós para o “fazermos”. Que com o início do novo ano brilhe em todos e cada um aquele choque pedagógico positivo e estimulante de modo a recriar todas as possibilidades, para que mesmo do mais fundo de um problema sempre se descortine a táctica para uma luminosa e participada solução.

Se ser estudante é ser pessoa normal, é também mais do que isso: é ser pessoa em laboratório de formação para quem se olha com expectativa de que não venha só a dizer e repetir o que os outros disseram mas para criar e inventar algo de novo sabendo estar em comunidade. Que pelos dias e noites do ano académico no “disco” flexível do pensamento exista sempre espaço para o estudante se perguntar: quem sou, o que aprendo e faço de novo, paraque serve, a quem serve?

Sabemos que as sociedades vão dando a volta às palavras para reforçar as ideias que se querem transmitir. Dizer “cidadania activa” é quase uma redundância, como se fosse possível existir cidadão na cidade sem se ser activo. Mas a insistência conduz ao sinal da urgência de se participar, praticar, interagir na primeira pessoa, do singular ao plural. É desafio para todos, é estímulo à cultura de cada estudante!

Os tempos que correm exigem atenção e não adormecimento. A indiferença conduz ao adiar de novas soluções e fragmenta a unidade científica, cultural e social. A participação ativa aproxima-nos mais uns dos outros e, assim, mais da verdade humana possível para bem de todos e cada um. O novo ano acadêmico necessariamente traz consigo sempre mais participação, mais interesse, mais motivação aberta.

Fonte: http://www.ua.pt/provedordoestudante/PageText.aspx?id=14144, (como o texto está no português de Portugal, fiz algumas pequenas alterações)

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